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Orkut cai 34% na América Latina


A audiência do Orkut na América Latina sofreu uma queda de cerca de 34% em um ano, segundo dados divulgados pela consultoria ComScore. A rede social do Google permanece líder na região, mas viu a diferença cair consideravelmente em relação à segunda colocada, a Hi5.com.

O estudo levou em conta os meses de abril de 2007 e 2008. De acordo com a ComScore, o Orkut recebeu 15,2 milhões de acessos únicos em abril deste ano, contra 23,3 milhões no mesmo mês do ano passado --foi o único portal analisado pela consultoria que perdeu audiência no período. Enquanto isso, o Hi5 recebeu 12,3 milhões de usuários naquele mês de 2008, ante 7,2 milhões em 2007, uma alta de 79%. Procurado pela reportagem, o Google informou que não comenta o assunto.

No mesmo período, o Facebook teve um crescimento de 976% no número de acessos na região, passando de 717 mil para 7,7 milhões. Com isso, a rede Mark Zuckerberg passou da quinta para a terceira entre os portais de relacionamento mais acessados na região. Já o MySpace cresceu menos (48%), para 5,8 milhões de acessos --caiu da terceira para a quinta posição. MySpace e Facebook são os líderes em acesso de redes sociais no mundo, de acordo com a ComScore --ambos receberam cerca de 115 milhões de visitantes únicos em abril, levando em conta dados mundiais. Na audiência na América Latina, a consultoria revela o sucesso de redes pouco conhecidos no Brasil.

A rede Sonico.com teve 6,2 milhões de acessos em abril, ficando em quarto entre os mais acessados, à frente do MySpace. Os dados da ComScore indicam um crescimento de 32% no acesso a redes sociais, blogs e fotologs na América Latina. No total, esse tipo de site recebeu 50 milhões de acessos em abril deste ano, uma alta de 32% em relação ao mesmo mês do ano passado. Para fazer o levantamento, a consultoria levou em conta os acessos de usuários de mais de 15 anos de idade. O acesso público, como em telecentros, e em aparelhos móveis não foi considerado.


Google é condenado a pagar R$ 10 mil a usuária do Orkut por danos morais


São Paulo - Usuária foi chamada de prostituta em comunidade da rede social. Google teve recurso negado, mas ainda pode recorrer da decisão.

A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio condenou o Google a pagar 10 mil reais por danos morais a uma usuária do Orkut, revelou órgão nesta sexta-feira (13/06).

O processo foi iniciado porque a usuária teve seu nome citado junto a injúrias na comunidade “Na boca do povo - TR”, em uma discussão que falava sobre a prostituição em Três Rios, que fica na região serrana do RJ.

Entre as ofensas direcionadas à autora da ação, um usuário anônimo dizia que ela se prostituía para pagar a faculdade.

O Google entrou com um recurso no processo, alegando que seria impossível monitorar o conteúdo reproduzido na rede - e disse que não há legislação que obrigue tal controle.

Além disso, o gigante de buscas disse que só poderia identificar os usuários responsáveis pelas injúrias com o IP dos mesmos - o que dependeria de ordem judicial, já que o dado é sigiloso.

Justiça condena Google a pagar R$ 10 mil a mulher chamada de prostituta no Orkut

da Folha Online

A Justiça do Rio condenou o Google, dono do Orkut, a pagar uma indenização de R$ 10 mil por danos morais a uma mulher que diz ter sido desrespeitadas no site. Ela afirma que teve seu nome cidado com referências injuriosas na comunidade "Na Boca do Povo - TR", em tópico sobre prostitutas em Três Rios, no Rio de Janeiro.

Segundo informações do processo, internautas anônimos afirmavam que a mulher se prostituía para pagar a faculdade, entre outras ofensas. "O dano é incontroverso, tendo em vista as ofensas dirigidas à autora, que maculam a sua honra, sua dignidade e o seu nome", afirmou o desembargador Benedicto Abicair, relator do processo.

O Google se defendeu afirmando que o internauta é quem controla a informação inserida por ele no site e que seria impossível fazer o monitoramento, controle e bloqueio prévios de inserção de conteúdo. Disse ainda que é possível a identificação dos usuários --desde que mediante autorização da Justiça.

Entretanto, para Abicair, o Google tem responsabilidade sobre o conteúdo do Orkut. "Se a recorrente [o Google] permite a criação de sites com conteúdos ofensivos, onde qualquer um pode registrar informações, escondendo-se através do anonimato, é clara a sua responsabilidade e o dever de reparar o dano sofrido pela requerente", afirmou.

A decisão foi da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que manteve a sentença e julgou improcedentes os recursos das partes. Representantes da empresa, que ainda pode recorrer da decisão, não foram encontrados para comentar o assunto.


CPI da Pedofilia quer identificar 805 usuários do Orkut

A CPI da Pedofilia aprovou em sessão nesta quarta-feira (4) um requerimento que solicita às operadoras de telefonia a quebra de sigilo de 805 usuários do site de relacionamentos Orkut, do Google, informou a Agência Senado.

A comissão chegou aos 805 internautas do Orkut depois que técnicos da CPI e da Polícia Federal analisaram o material encaminhado pelo Google, referente a 3.261 álbuns trancados nessa rede social. Agora, com o fornecimento de informações das operadoras de telefonia, será possível identificar o contratante do serviço de internet que permitiu a publicação de conteúdo criminoso.

A Brasil Telecom disse não ter recebido nenhum ofício da CPI, mas afirmou que a solicitação será atendida quando entregue. A CTBC e a GVT seguem essa mesma linha, dizendo que repassarão os dados, se eles forem solicitados. A Oi afirmou que colabora com todas as “investigações de segurança pública, dentro do que determina a lei”. A assessoria de imprensa da Telefônica também disse que esse tipo de informação é repassada quando a Justiça determina.

No dia 23 de abril, o Google entregou à CPI as imagens dos álbuns trancados e também os logs dos internautas que postaram essas fotos. Os logs incluem número IP (para identificar o computador do internauta), e-mail associado ao perfil do Orkut, data de criação da conta e histórico de acessos do usuário a esse site.

Sala de bate-papo

Também na sessão desta quarta-feira (4), segundo a Agência Senado, a CPI da Pedofilia definiu que vai solicitar ao provedor de internet UOL o conteúdo de diálogos e registros de acesso dos usuários de uma sala de bate-papo usada por suspeitos de pedofilia.

O objetivo é identificar 600 internautas que navegaram por lá. O senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI, afirmou ao G1 que, quando a quebra de sigilo for efetuada, as informações dos suspeitos do Orkut serão cruzadas com os dados daqueles que freqüentaram o chat do UOL.

Em comunicado, o UOL afirma dispor de “mecanismos de tolerância zero contra pedofilia e demais crimes que possam ser praticados pela internet”. O provedor informou, por meio de sua assessoria, não ter recebido nenhum requerimento da quebra de sigilo de internautas. No entanto, assim como as operadoras de telefonia, a empresa de internet afirmou que atenderá a esse pedido quando recebê-lo, para contribuir com as investigações.

Pedigree: cães com perfil no Orkut

A Pedigree acaba de lançar a campanha online “Adotar é Tudo de Bom” que une os buscadores Google, MSN e Yahoo!.

Cada portal é tutor de um dos mascotes da campanha. No hotsite, o internauta pode escolher seu favorito e se candidatar a ser o novo dono de um deles. O perfil dos cães, além de fotos e vídeos estão publicados no MSN Spaces, Flickr, Youtube e Orkut.

Antes de escolher quem será o novo dono dos animais, a equipe Pedigree vai analisar cada ficha, visitar a residência e entrevistar pessoalmente os finalistas, usando critérios de posse responsável.