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Valores apregoados e o que ocorre efetivamente
Comunicação, respeito, integridade, excelência — são todos valores corporativos velhos conhecidos nossos. Nenhum deles, porém, nem mesmo o menor, parece ter tido alguma chance na Enron! Falar é fácil, sabemos muito bem disso. O que importa, de fato, é que os valores sejam vivenciados na hora de pensar uma cultura com impacto positivo sobre a inovação.
O desafio para muitas empresas consiste em fazer o contato entre os valores apregoados e o que ocorre efetivamente no dia-a-dia da empresa.
A cultura é fruto das lições que a empresa aprende no decorrer do tempo e que lhe permite sobreviver. Detalhar essas lições significa repensar os processos de aprendizagem e dar nova ênfase ao que foi aprendido — tanto no que diz respeito aos valores mais importantes quanto às ações concretas no local de trabalho — e que serve de respaldo para a inovação.
Pesquisas recentes analisaram as características culturais cujo impacto é de enorme importância para a inovação. Entre outras coisas, vale muito a percepção de missão, um entendimento aguçado do que acontece no mercado e a capacidade de traduzir as demandas do ambiente de negócios em ação. É ocioso dizer que nenhuma dessas características atua isoladamente uma da outra. Uma ótima idéia não passará disso se não houver demanda alguma por ela no mercado. Embora a inovação seja sempre pensada em termos de criatividade e flexibilidade, as pesquisas mostram claramente também que ter uma idéia inovadora, bem como ser capaz de passá-la adiante de uma forma que seja consistente com a missão integral da empresa, é igualmente importante.
Igualmente importante para o processo de inovação é ter uma missão radicada na cultura da empresa — e, nisso, a IKEA é um dos melhores exemplos no mundo todo. O que torna a IKEA difícil de copiar para a concorrência não é a idéia da empresa de embalar seus móveis em pacotes planos, o que qualquer um poderia copiar, e sim a cultura da empresa que privilegia a inovação. Inovação que não se limita apenas à produção A inovação, porém, não acontece só na produção. Isto fica claro quando se toma o exemplo do novo MacBook Air, da Apple, que além de caber dentro de um envelope, é também o laptop mais leve do mercado. O MacBook Air mostra que a Apple não tenta inovar recorrendo, necessariamente, ao processador mais veloz, ou ao código mais sofisticado.
Em vez disso, a empresa inova na forma como usamos o produto, na facilidade de utilização, no visual fashion que apresenta, no quanto o cobiçamos e em que medida ele atende às nossas expectativas. Embora as imitações sejam inevitáveis, a magia da Apple no tocante à adaptabilidade consiste na capacidade de liderança de mercado da empresa. Isso reforça mais uma vez a idéia de que não basta ter idéias originais; é preciso também saber colocá-las em prática.
Outro exemplo interessante é o da Domino’s Pizza. Nos últimos sete ou oito anos, desde que a Bain Capital adquiriu as ações de Tom Monaghan, fundador original da empresa, e indicou David Brandon para o cargo de CEO, a Domino’s teve um retorno de 540% sobre seus investimentos. A Bain considera a aquisição da Domino’s o melhor negócio que já fez até hoje!
Como é que se consegue ter vantagem competitiva em uma empresa de entrega de pizza? O segredo está na fórmula da Domino’s: “Você faz, você mesmo assa e leva embora”, que a empresa utiliza no mundo todo. Além disso, a empresa inovou também na cobertura das pizzas, tornando-as adequadas ao paladar nacional de cada país, competindo também na velocidade de entrega e na disponibilidade de fornecimento nas principais localidades.
Contudo, o insight que esse caso nos oferece é o de que a única forma de criar vantagem competitiva em uma companhia de pizza consiste em contratar uma mão-de-obra qualificada e estabelecer padrões de qualidade na interação que se dá entre a sede da empresa, as franquias e as pessoas encarregadas da administração das lojas.
O grande dilema da Domino’s era mudar uma organização de 150.000 pessoas, sendo que somente 7% desse total era constituído por funcionários diretos da empresa. A solução foi recorrer às práticas mais inovadoras utilizadas por esse pessoal.
Um por cento de inspiração e 99 por cento de transpiração No fim das contas, tal como acontece em qualquer outra esfera, o problema está nas pessoas, e não na estratégia. O desafio consiste em boa parte em estabelecer a ligação entre as pessoas e a prática. Esse é um trabalho que jamais acaba.
Para crescer, qualquer empresa precisa contar com pontos fortes e foco externo, ter clara sua missão e uma percepção vital de adaptabilidade. O foco interno, o envolvimento e a consistência contribuem para um desempenho operacional forte e também para a satisfação do empregado. Empresas estáveis produzem desempenhos previsíveis, confiáveis e estáveis ao longo do tempo. Produzem ainda desempenhos que são também muito sólidos. De igual modo, a cultura de uma empresa é um fator preditivo importante do seu valor financeiro.
Como disse Jack Walsh: “Quando o impulso se torna um empurrão bem dado, a cultura devora a estratégia.” É a cultura estabelecida que possibilita a introdução de novas idéias as quais, em última análise, terão impacto sobre os lucros da empresa. O mercado não produz retornos para estratégias que não foram implementadas.
O desafio para muitas empresas consiste em fazer o contato entre os valores apregoados e o que ocorre efetivamente no dia-a-dia da empresa.
A cultura é fruto das lições que a empresa aprende no decorrer do tempo e que lhe permite sobreviver. Detalhar essas lições significa repensar os processos de aprendizagem e dar nova ênfase ao que foi aprendido — tanto no que diz respeito aos valores mais importantes quanto às ações concretas no local de trabalho — e que serve de respaldo para a inovação.
Pesquisas recentes analisaram as características culturais cujo impacto é de enorme importância para a inovação. Entre outras coisas, vale muito a percepção de missão, um entendimento aguçado do que acontece no mercado e a capacidade de traduzir as demandas do ambiente de negócios em ação. É ocioso dizer que nenhuma dessas características atua isoladamente uma da outra. Uma ótima idéia não passará disso se não houver demanda alguma por ela no mercado. Embora a inovação seja sempre pensada em termos de criatividade e flexibilidade, as pesquisas mostram claramente também que ter uma idéia inovadora, bem como ser capaz de passá-la adiante de uma forma que seja consistente com a missão integral da empresa, é igualmente importante.
Igualmente importante para o processo de inovação é ter uma missão radicada na cultura da empresa — e, nisso, a IKEA é um dos melhores exemplos no mundo todo. O que torna a IKEA difícil de copiar para a concorrência não é a idéia da empresa de embalar seus móveis em pacotes planos, o que qualquer um poderia copiar, e sim a cultura da empresa que privilegia a inovação. Inovação que não se limita apenas à produção A inovação, porém, não acontece só na produção. Isto fica claro quando se toma o exemplo do novo MacBook Air, da Apple, que além de caber dentro de um envelope, é também o laptop mais leve do mercado. O MacBook Air mostra que a Apple não tenta inovar recorrendo, necessariamente, ao processador mais veloz, ou ao código mais sofisticado.
Em vez disso, a empresa inova na forma como usamos o produto, na facilidade de utilização, no visual fashion que apresenta, no quanto o cobiçamos e em que medida ele atende às nossas expectativas. Embora as imitações sejam inevitáveis, a magia da Apple no tocante à adaptabilidade consiste na capacidade de liderança de mercado da empresa. Isso reforça mais uma vez a idéia de que não basta ter idéias originais; é preciso também saber colocá-las em prática.
Outro exemplo interessante é o da Domino’s Pizza. Nos últimos sete ou oito anos, desde que a Bain Capital adquiriu as ações de Tom Monaghan, fundador original da empresa, e indicou David Brandon para o cargo de CEO, a Domino’s teve um retorno de 540% sobre seus investimentos. A Bain considera a aquisição da Domino’s o melhor negócio que já fez até hoje!
Como é que se consegue ter vantagem competitiva em uma empresa de entrega de pizza? O segredo está na fórmula da Domino’s: “Você faz, você mesmo assa e leva embora”, que a empresa utiliza no mundo todo. Além disso, a empresa inovou também na cobertura das pizzas, tornando-as adequadas ao paladar nacional de cada país, competindo também na velocidade de entrega e na disponibilidade de fornecimento nas principais localidades.
Contudo, o insight que esse caso nos oferece é o de que a única forma de criar vantagem competitiva em uma companhia de pizza consiste em contratar uma mão-de-obra qualificada e estabelecer padrões de qualidade na interação que se dá entre a sede da empresa, as franquias e as pessoas encarregadas da administração das lojas.
O grande dilema da Domino’s era mudar uma organização de 150.000 pessoas, sendo que somente 7% desse total era constituído por funcionários diretos da empresa. A solução foi recorrer às práticas mais inovadoras utilizadas por esse pessoal.
Um por cento de inspiração e 99 por cento de transpiração No fim das contas, tal como acontece em qualquer outra esfera, o problema está nas pessoas, e não na estratégia. O desafio consiste em boa parte em estabelecer a ligação entre as pessoas e a prática. Esse é um trabalho que jamais acaba.
Para crescer, qualquer empresa precisa contar com pontos fortes e foco externo, ter clara sua missão e uma percepção vital de adaptabilidade. O foco interno, o envolvimento e a consistência contribuem para um desempenho operacional forte e também para a satisfação do empregado. Empresas estáveis produzem desempenhos previsíveis, confiáveis e estáveis ao longo do tempo. Produzem ainda desempenhos que são também muito sólidos. De igual modo, a cultura de uma empresa é um fator preditivo importante do seu valor financeiro.
Como disse Jack Walsh: “Quando o impulso se torna um empurrão bem dado, a cultura devora a estratégia.” É a cultura estabelecida que possibilita a introdução de novas idéias as quais, em última análise, terão impacto sobre os lucros da empresa. O mercado não produz retornos para estratégias que não foram implementadas.
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Google Maps - locais onde cada delito foi registrado

Mozilla lançará ferramenta para mashups
W News - Sao Paulo,Sao Paulo,Brazil
A página reúne dados do departamento de polícia local e disponibiliza,
usando imagens do Google Maps, os locais onde cada delito foi registrado.
http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=11480
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Tentar contratar os melhores atletas possíveis

Uma nova filosofia nas contratações
Relvado - Porto,Portugal
... por alguma venda que se vá fazer, tentar contratar os melhores atletas
possíveis para o lugar, tentar fazer o melhor negócio possível para o
seu clube...
http://relvado.aeiou.pt/gen.pl?mode=thread&fokey=rv.stories/72694&va=1015946&p=stories&op=view
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Delboni Auriemo Luiz Dumont Villares

A megaunidade Delboni Auriemo Luiz Dumont Villares, localizada no bairro de Santana, zona norte de São Paulo, é o primeiro empreendimento de São Paulo e segundo do Brasil a receber a certificação internacional LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) na Categoria LEED-NC,concedida pela United States Green Building Council, Organização Não Governamental (ONG) americana voltada ao desenvolvimento do mercado industrial, que estuda o impacto ambiental da construção e operação das edificações, que no Brasil é representada pelo Green Building Council Brasil.
Inaugurada em março deste ano, a megaunidade Luiz Dumont Villares é o primeiro laboratório de medicina diagnóstica sustentável do País e o único da região que realiza exames de Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada. Idealizado com conceitos ambientalmente corretos, o empreendimento utiliza materiais reciclados e certificados e madeiras vindas de regiões reflorestadas, além de implantar programas para redução do consumo de água, energia, promoção da biodivesidade com espécies nativas e reciclagem de lixo. “O objetivo é garantir o menor impacto possível ao meio ambiente”, afirma Daniel Coudry, gestor de Negócios do Delboni Auriemo. Segundo Nelson Kawakami, diretor-executivo do Green Building Council Brasil, a adoção das tecnologias e práticas adotadas no laboratório garantem, inclusive, benefícios sociais e econômicos. “A iniciativa do Delboni Auriemo contribui para estimular o crescimento da construção civil sustentável no País e comprova a aplicabilidade dessa ferramenta no mercado brasileiro”, ressalta Kawakami.
www.usgbc.org ou www.gbcbrasil.org.br. Delboni Auriemo Luiz Dumont Villares, Avenida Luiz Dummont Villares, 514m Ponto de referência: em frente ao SESC Santana. .Tel: (11) 3049-6999Perfil da Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica - O Delboni Auriemo nasceu há mais de 45 anos em São Paulo e atualmente é considerado uma referência para o segmento de medicina diagnóstica. Com o objetivo de buscar continuamente a inovação, o Delboni criou o conceito de atendimento integrado, as chamadas MegaUnidades, com 3 mil exames de análises clínicas e diagnósticos por imagem no mesmo local. Com mais de 30 unidades na Grande São Paulo e Santos, a marca disponibiliza serviços e soluções diferenciados, oferecendo qualidade, confiança, conveniência e tecnologia de ponta.
O Delboni Auriemo faz parte da Diagnósticos da América S. A./ DASA, maior empresa de medicina diagnóstica da América Latina. Perfil da DASA - A Diagnósticos da América S/A é a maior empresa de medicina diagnóstica da América Latina em termos de receita bruta e população e a quinta maior rede do mundo. Com cerca de 10 mil colaboradores, atende aproximadamente 50 mil pacientes por dia em 296 unidades. Processa em média, 6,5 milhões de exames por mês.
Oferece 3 mil tipos de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. Atualmente, o grupo é formado por 17 marcas em dez estados – Delboni Auriemo e Lavoisier, em São Paulo; Bronstein, Med Imagem e Lâmina, no Rio de Janeiro; Club DA, em São Paulo e Rio de Janeiro; Pasteur e Exame, em Brasília; MedLabor, em Tocantins; Curitiba Santa Casa e Frischmann Aisengart, em Curitiba; Laboratório Álvaro, em Cascavel e Foz do Iguaçu; CientíficaLab, em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro; Image Memorial, em Salvador; VITA Lâmina, em Florianópolis; Atalaia, em Goiás; e LabPasteur, em Fortaleza.
Green Building Council Brasil - O GBC Brasil é uma organização não governamental criada no Brasil com a missão de desenvolver a indústria da construção sustentável no país, utilizando as forças de mercado para conduzir a adoção de práticas de green building em um processo integrado de concepção, construção e operação de edificações e espaços construídos. Site: www.gbcbrasil.org.br
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